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REUNIÃO DE POSSE DO PRESIDENTE DO CLUB PARA O ANO 2020 -2021 E RESPECTIVO CONSELHO DIRETOR

No dia 29/07/2020, na sede do Rotary Club de Altinópolis, aconteceu a posse do novo Presidente Sr. Ronaldo Luiz Fayão e do Conselho Diretor para o ano rotário 2020-2021. Devido ao momento de pandemia, houve pouca presença de rotarianos ao evento, mas o importante é que o presidente comprometeu-se em dar sequência ao projetos já existentes e nunca perder de vista o lema do Rotary “DAR DE SI, ANTES DE PENSAR EM SI”.

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1 Caminhada do Bem

O proposito deste projeto é colaborar com uma instituição local, há tempos, esta instituição não utiliza uma de suas instalações, pois, o telhado está em má conservação e o gesso corre risco de desabar. Em tempos chuvosos, além de gotejar dentro desta instalação, as paredes e forros são e estão danificados pela infiltração de água e umidade. Nossa meta é realizar vendas de camisetas em conjunto com toda a Família Rotária e a realização de uma caminhada. Nosso objetivo inicial é arrecadar o montante de R$ 8.000,00 para a troca do telhado e mão de obras dos serviços a serem executados, no entanto, sabemos que para o funcionamento desta instituição o valor arrecadado deve ser maior. Para isso, continuamos o projeto com a venda de rifas, onde, 500 números foram distribuídos para toda a família Rotária e seus parceiros. O sorteio realizado dia 31/08/2019 com a centena sorteada nº 107. Este número não foi vendido e o bloco contendo este número foi entregue pelo Sr. Carlos Antonio Takasaki. A venda de rifas rendeu R$ 1.990,00. E o montante total arrecadado R$ 10.761,30.

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Carna Asilo

Realização de visitas a dois asilos do município de São Joaqum da Barra na época do carnaval, promoção de uma festa carnavalesca, além de promover a doação de itens que os asilos estavam necessitando através de arrecadação nos principais supermercados da cidade.

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"Hey, vai ficar tudo bem."

O projeto foi realizado em dua etapas, a primeira etapa foi feita no dia 28 de setembro na praça 7 de setembro no centro da cidade, onde ocorreu a entrega de rosas amarelas e distribuição de abraços e conversas motivacionais às pessoas abordadas, já a segunda etapa foi feita no dia 7 de novembro onde entregamos os saquinhos de amor pra todos os alunos a patir do Ensino Fundamental II, em todas as escolas da redes estadual e particulares da cidade.

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OPAS pede prevenção e tratamento contínuos das hepatites durante pandemia para não interromper progresso rumo à eliminação

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) pediu, nesta segunda-feira 27/07, que os serviços essenciais de prevenção e tratamento das hepatites virais sejam mantidos durante a pandemia de COVID-19 para que o progresso rumo à sua eliminação não seja interrompido. "No meio de uma pandemia, as hepatites virais continuam a adoecer e matar milhares de pessoas", lembrou a diretora da OPAS, Carissa F. Etienne. “Esses serviços, incluindo a vacinação contra a hepatite B, são essenciais e não podem ser interrompidos. Os cuidados devem continuar em segurança para todos aqueles que precisam", complementou. Nas Américas, 3,9 milhões de pessoas vivem com hepatite B crônica e 5,6 milhões vivem com hepatite C. No entanto, a região mostrou um progresso substancial. Um modelo desenvolvido pela OMS estima que 17 países da região já conseguiram eliminar a transmissão vertical e na primeira infância da hepatite B e que as Américas como um todo também alcançaram esse objetivo: uma prevalência regional de ≤0,1% em crianças menores de 5 anos de idade. A OPAS/OMS recomenda que todos os recém-nascidos sejam vacinados contra a hepatite B ao nascer e, posteriormente, recebam pelo menos duas doses adicionais para terem proteção por toda a vida. "Com a vacinação universal, estamos criando novas gerações livres da hepatite B e dando um passo em direção à eliminação das hepatites como um problema de saúde pública", disse Etienne. O Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais é celebrado em 28 de julho para aumentar a conscientização sobre as hepatites virais que inflamam o fígado e causam consequências como cirrose e câncer de fígado. O tema da campanha deste ano, "Por um futuro sem hepatites", busca influenciar a prevenção da transmissão vertical da hepatite B. Mais de 90% das novas infecções crônicas por hepatite B ocorrem por transmissão de mãe para filho ou entre crianças durante a primeira infância. Por esse motivo, é essencial vacinar recém-nascidos contra a hepatite B nas primeiras 24 horas de vida e bebês. Na região, 31 países que representam mais de 95% da coorte de recém-nascidos (cerca de 14 milhões) recomendam a vacinação universal ao nascer e todos os países e territórios das Américas (51) vacinam contra a hepatite B em seus programas rotineiros de imunização infantil, com cobertura regional de vacinação superior a 80%. Após a introdução, há mais de duas décadas, da vacina contra hepatite B, as Américas são hoje a região do mundo com a menor prevalência de infecção crônica. "O progresso alcançado é exemplar", afirmou a diretora da OPAS. Estima-se que em 30 anos a região tenha conseguido reduzir a prevalência de hepatite B em crianças menores de 5 anos de 0,7% para menos de 0,1%, uma média que hoje é de 0,9% em todo o mundo. "Esses resultados não seriam possíveis sem o comprometimento de governos, profissionais de saúde e famílias com a vacinação", afirmou Etienne. No entanto, mais esforços devem ser empenhados em alguns países onde as taxas de vacinação de rotina caíram recentemente, alertou. Ela também defendeu que a vacinação de recém-nascidos contra a hepatite B ocorra nas primeiras 24 horas de vida e que cobertura vacinal em crianças menores de um ano de idade se mantenha alta. A prevalência estimada de hepatite B na população em geral também é mais baixa nas Américas (0,7%) do que a média mundial (4%). Embora as gerações passadas não tenham se beneficiado da vacinação infantil, os países oferecem vacinação contra hepatite B ao pessoal de saúde e outros grupos de risco. Na ausência de uma cura para as pessoas infectadas com hepatite B, o diagnóstico precoce ajuda a prevenir substancialmente o risco de progressão para cirrose hepática e câncer de fígado, e o acesso ao tratamento pode controlar a infecção. Atualmente, não existe vacina contra a hepatite C, mas os antivirais podem curar mais de 95% das pessoas infectadas. No entanto, apenas 14% das pessoas infectadas na América Latina e no Caribe são diagnosticadas e menos de 1% recebe tratamento devido ao seu alto custo. Alguns países da região tiveram acesso a antivirais de ação direta (DAA) - que podem curar a hepatite C em três meses ou menos – por meio do Fundo Estratégico da OPAS, um mecanismo que lhes permite ter este medicamento de qualidade e a preço acessível, mas poucos o utilizam atualmente. Em 2019, a OPAS lançou sua Iniciativa de Eliminação para acabar com mais de 30 doenças infecciosas na região até 2030, incluindo as hepatites virais. Para conseguir isso, os sistemas de saúde devem garantir o acesso a testes e tratamento para todas as pessoas com hepatites virais que precisam, além de medidas preventivas, como a vacinação. Crédito da foto: Emily frost/Shutterstock.com A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) pediu nesta segunda-feira (27) que os serviços essenciais de prevenção e tratamento das hepatites virais sejam mantidos durante a pandemia de COVID-19 para que o progresso rumo à sua eliminação não seja interrompido. "No meio de uma pandemia, as hepatites virais continuam a adoecer e matar milhares de pessoas", lembrou a diretora da OPAS, Carissa F. Etienne. “Esses serviços, incluindo a vacinação contra a hepatite B, são essenciais e não podem ser interrompidos. Os cuidados devem continuar em segurança para todos aqueles que precisam", complementou. Nas Américas, 3,9 milhões de pessoas vivem com hepatite B crônica e 5,6 milhões vivem com hepatite C. No entanto, a região mostrou um progresso substancial. Um modelo desenvolvido pela OMS estima que 17 países da região já conseguiram eliminar a transmissão vertical e na primeira infância da hepatite B e que as Américas como um todo também alcançaram esse objetivo: uma prevalência regional de ≤0,1% em crianças menores de 5 anos de idade. A OPAS/OMS recomenda que todos os recém-nascidos sejam vacinados contra a hepatite B ao nascer e, posteriormente, recebam pelo menos duas doses adicionais para terem proteção por toda a vida. "Com a vacinação universal, estamos criando novas gerações livres da hepatite B e dando um passo em direção à eliminação das hepatites como um problema de saúde pública", disse Etienne. O Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais é celebrado em 28 de julho para aumentar a conscientização sobre as hepatites virais que inflamam o fígado e causam consequências como cirrose e câncer de fígado. O tema da campanha deste ano, "Por um futuro sem hepatites", busca influenciar a prevenção da transmissão vertical da hepatite B. Mais de 90% das novas infecções crônicas por hepatite B ocorrem por transmissão de mãe para filho ou entre crianças durante a primeira infância. Por esse motivo, é essencial vacinar recém-nascidos contra a hepatite B nas primeiras 24 horas de vida e bebês. Na região, 31 países que representam mais de 95% da coorte de recém-nascidos (cerca de 14 milhões) recomendam a vacinação universal ao nascer e todos os países e territórios das Américas (51) vacinam contra a hepatite B em seus programas rotineiros de imunização infantil, com cobertura regional de vacinação superior a 80%. Após a introdução, há mais de duas décadas, da vacina contra hepatite B, as Américas são hoje a região do mundo com a menor prevalência de infecção crônica. "O progresso alcançado é exemplar", afirmou a diretora da OPAS. Estima-se que em 30 anos a região tenha conseguido reduzir a prevalência de hepatite B em crianças menores de 5 anos de 0,7% para menos de 0,1%, uma média que hoje é de 0,9% em todo o mundo. "Esses resultados não seriam possíveis sem o comprometimento de governos, profissionais de saúde e famílias com a vacinação", afirmou Etienne. No entanto, mais esforços devem ser empenhados em alguns países onde as taxas de vacinação de rotina caíram recentemente, alertou. Ela também defendeu que a vacinação de recém-nascidos contra a hepatite B ocorra nas primeiras 24 horas de vida e que cobertura vacinal em crianças menores de um ano de idade se mantenha alta. A prevalência estimada de hepatite B na população em geral também é mais baixa nas Américas (0,7%) do que a média mundial (4%). Embora as gerações passadas não tenham se beneficiado da vacinação infantil, os países oferecem vacinação contra hepatite B ao pessoal de saúde e outros grupos de risco. Na ausência de uma cura para as pessoas infectadas com hepatite B, o diagnóstico precoce ajuda a prevenir substancialmente o risco de progressão para cirrose hepática e câncer de fígado, e o acesso ao tratamento pode controlar a infecção. Atualmente, não existe vacina contra a hepatite C, mas os antivirais podem curar mais de 95% das pessoas infectadas. No entanto, apenas 14% das pessoas infectadas na América Latina e no Caribe são diagnosticadas e menos de 1% recebe tratamento devido ao seu alto custo. Alguns países da região tiveram acesso a antivirais de ação direta (DAA) - que podem curar a hepatite C em três meses ou menos – por meio do Fundo Estratégico da OPAS, um mecanismo que lhes permite ter este medicamento de qualidade e a preço acessível, mas poucos o utilizam atualmente. Em 2019, a OPAS lançou sua Iniciativa de Eliminação para acabar com mais de 30 doenças infecciosas na região até 2030, incluindo as hepatites virais. Para conseguir isso, os sistemas de saúde devem garantir o acesso a testes e tratamento para todas as pessoas com hepatites virais que precisam, além de medidas preventivas, como a vacinação. (Crédito da foto: Emily frost/Shutterstock.com) Fonte: Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)  

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Dia Mundial da Hepatite 2020: “Um Futuro Livre de Hepatite”

O slogan do Dia Mundial da hepatite 2020 é “Um Futuro Livre de Hepatite”. Em maio de 2016, a Assembleia Mundial da Saúde aprovou a Estratégia do Setor Global de Saúde sobre a hepatite viral, que propõe eliminá-la como uma ameaça à saúde pública até 2030 (definida como uma redução de 90% incidência e 65% da mortalidade em relação às hepatites B e C). Os serviços de prevenção e atenção para a hepatite são essenciais, inclusive durante a pandemia de Covid-19. A mortalidade anual global por hepatite viral é comparável à do HIV, tuberculose ou malária e provavelmente excederá o número de vítimas dessas três doenças combinadas até 2040, sob o atual status quo. As hepatites são doenças causadas por vírus, responsáveis por elevados níveis de morbidades e mortalidade a nível mundial. Estima-se que 57% dos casos de cirrose hepática e 78% dos casos de câncer primário de fígado sejam causados pelos vírus das hepatites B e C. Reconhecendo o importante problema de saúde pública que representam as hepatites, a 63° Assembleia Mundial da Saúde realizada em 2010 designou o dia 28 de julho como o Dia Mundial de Combate à Hepatite e faz um apelo mundial para uma resposta integral na luta contra a hepatite. Desde então, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) se mobilizam para unir esforços e estabelecer estratégias para combater a hepatite a nível regional e global. A Região da América Latina e Caribe obteve significativos avanços em termos de vacinação, e todos os países incluíram a vacinação contra a hepatite B em seus calendários de vacinação para crianças, e 25 dos 52 países e territórios incluíram a dose universal para recém nascidos nas primeiras 24h de vida. Também estão disponíveis os testes sorológicos para detecção e diagnóstico das hepatites B e C. Entretanto, o acesso ao tratamento da hepatite C com antivirais de ação direta é muito limitado na Região. Dezessete países informam dispor destes medicamentos para tratar hepatite C crônica, porém o número de pessoas que recebem o tratamento é muito limitado. Dados da hepatite na Região A OPAS estima que em 2019 há 3,9 milhões de pessoas vivendo com hepatite B crônica; 7,2 milhões vivendo com hepatite C crônica; e 125 mil pessoas morreram de câncer de fígado e cirrose hepática no decorrer do ano passado. Fonte: Biblioteca Regional de Medicina (BIREME) da Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS).

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